Reflexões

Sobre o futuro

Será colorido? Brilhante? Feliz?

 Você já pensou em como será o seu futuro? Será colorido? Brilhante? Feliz? Você planeja ter uma família? Você prefere viver apenas para o trabalho?

 As perguntas seriam diversificadas, se continuasse a fazê-las. Caberiam inúmeras possibilidades, incluindo as perguntas mais pessimistas, que envolveriam doenças, mortes prematuras e outras tantas. No entanto, vamos ficar apenas nas mais bonitinhas. Então, nessa inquisição sobre o futuro, cada um trava sua guerra particular para alcançar seu objetivo.

 Todos nós conhecemos pessoas que fazem viagens diárias para outras cidades a fim de frequentarem cursos superiores ou técnicos. Inclua-se nesse grupo, se for o caso. Essas mesmas pessoas acordam cedo, trabalham em seus respectivos empregos, têm dias estressantes e deixam de lado a diversão para terminarem os trabalhos dos cursos.

 Almejam ser os melhores dentro de suas áreas de trabalho. Investem o que ganham nesse sonho. E é nessa correria que os sonhos vão se transformando em realidade. Vamos incluir, nesse dia-a-dia os pesadelos, porque nem sempre as realizações acontecem. Em alguns casos, a vida traz surpresas indesejadas que atrasam ou condenam os planos traçados. Há acidentes, doenças, falecimentos, perda de empregos. Por isso, o futuro parece sempre incerto.

 É claro que há um grupo que vive no oba-oba, aqueles que empurram o futuro com a barriga ou, simplesmente, não se importam, porque nasceram em berço esplendido e herdarão os negócios dos pais, mas há, também, os muito exigentes em suas metas e isso não é um defeito é, antes de tudo, uma qualidade, uma característica positiva de excelentes profissionais. Cai bem, nesse momento, lembrar de Stephen Hawking. Um homem que, aos 21 anos, foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica. Preso em seu corpo, conseguiu decifrar o universo de forma diferente de seus colega s cientistas e revolucionou e a física como se conhecia, até então.

 “Olhem para as estrelas e não para os seus pés.” Essa frase, usada pela Universidade de Cambridge, dita pelo próprio Hawking, no dia da morte do cientista, é um exemplo de como deve-se olhar para a vida e, assim, vislumbrar um futuro, porque aqueles que olham apenas para baixo não desfrutam dos horizontes, nem do futuro.

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