Reflexões

O Bom Pastor

Cristo nos assegura que é nosso pastor

 O quarto domingo de Páscoa, que hoje vivemos, chamado de domingo do Bom Pastor, inspira, também, o dia mundial de oração pelas vocações, convidando-nos na atitude de reconhecer o amor fonte

de Deus Pai, nos enviando Jesus, seu Filho amado como o bom e belo pastor de todos. Nossa gratidão, também, pelas tantas vidas que nos acolheram, nos acolhem, doando incansáveis gestos de amor, carinho e dedicação.

 Cristo nos assegura que é nosso pastor, que dá a vida por nós, ovelhas de seu rebanho. Ele também nos garante que conhece suas ovelhas e que tem outras ovelhas que não pertencem ao rebanho, mas que ele deve conduzir a todas. Um dia ouvirão sua voz e então haverá um só rebanho e um só pastor.

 Para destacar o zelo de bom pastor, Cristo contrapõe a figura do mercenário, aquele que é simples empregado e que cuida do rebanho meramente por salário. Na iminência de um lobo atacar o rebanho, foge porque as ovelhas não são suas e as deixa em risco de vida.

 Cristo, ao contrário, dá a própria vida por suas ovelhas.

 A propósito deste amor de Cristo Bom Pastor que dá a vida por nós, lembramos a Eucaristia como expressão maior da doação de Cristo. É na Eucaristia, dom perfeito que Jesus realiza o amoroso projeto da redenção do mundo.

 Em Cristo Bom Pastor, temos os pastores constituídos, o Papa, bispos, padres, diáconos, agentes leigos nos mais diversos serviços pastorais e sociais. Todos participam do pastoreio de Cristo. Todos têm nele o modelo para servir as comunidades. Por outro lado, na figura do Bom Pastor temos a indicação a todos sermos dóceis aos ensinamentos de Cristo e obedientes às suas indicações, seguindo o caminho por onde o Pastor nos conduz.

 O gesto mais belo do Bom Pastor é dar a vida por amor. O objetivo final é que haja um só rebanho e um só Pastor. A alegria do Pastor lança luz decisiva a quem hoje tem alguma responsabilidade na

família, na comunidade e na sociedade, Entregar-se, dedicar-se para que haja paz, alegria e vida humana bem melhor para todos.
São João, na segunda leitura, recorda o grande presente que o Pai nos deu: sermos chamados filhos dele, mas que ainda não se manifestou tudo o que haveremos de ser, pois um dia o veremos tal
qual ele é. Sejamos sempre agradecidos.

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